sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Dicas de Cinema


Por Camila Tahan

Pronta para amar

Estréia nesta semana a comedia romântica “Pronta para amar”, estrelada por Kate Hudson e Gael Garcia Bernal. O filme conta a história de uma mulher chamada Marley, que descobre que está entre a vida e a morte por causa de um câncer. Em meio a sua luta, ela conhece Julian, um rapaz por quem se apaixona. Neste momento decisivo da sua vida, ela percebe que sente mais medo de amar do que de morrer.

Amor a toda prova

O careta Cal Weaver tem quarenta e poucos anos e uma vida perfeita - um bom emprego, uma casa legal, filhos ideais e um casamento com sua namorada do colégio. Mas quando Cal descobre que sua esposa Emily o está traindo e quer o divórcio, sua vida perfeita desaba rapidamente. E para piorar, faz décadas que Cal não tem um encontro amoroso e ele é justamente a definição de alguém sem charme.



Homem do futuro

Zero é um cientista genial, porém infeliz, que odeia a própria vida. Há 20 anos, foi humilhado publicamente na faculdade e perdeu o grande amor de sua vida - Helena. Prestes a ser demitido, Zero aciona, antes de totalmente concluído, o acelerador de partículas mais barato do mundo. O experimento fracassa, mas Zero acidentalmente volta ao passado e se vê diante da chance de alterá-lo. Nosso herói vai aprender que tentar manipular os caminhos do tempo é mais difícil (e confuso) do que parece.



*Fotos: Divulgação

16 de Setembro - São Cornélio


São Cornélio
Papa
séc. III
 
Cornélio nasceu em Roma. Foi eleito para o pontificado, depois de um período vago na cátedra de São Pedro, devido à violenta perseguição imposta pelo imperador Décio. O papa Cornélio foi eleito quase por unanimidade, menos por Novaciano, que esperava ser o sucessor, martirizado por aquele cruel tirano. Assim, Novaciano consagrou-se bispo e proclamou-se papa, isto é, antipapa. Nessa condição, criou-se o primeiro cisma da Igreja.

A Igreja debatia, internamente, para tentar uma solução definitiva quanto à conduta a ser adotada em relação a um dos seus maiores problemas da época, referente aos "lapsos", nome dado aos sacerdotes e fiéis que renegavam a fé e separavam-se da Igreja durante as perseguições que se impunham aos cristãos.

Segundo os partidários de Novaciano, Cornélio teria adotado um discurso e uma postura muito indulgente, boa e compreensiva para com os desertores da fé católica. Atitudes que lhe valeram grandes atribulações e incompreensões. Mas a toda essa oposição contou sempre com o apoio incondicional e fiel do bispo Cipriano de Cartago, Argélia, norte da África.

Entretanto o imperador Décio morreu em combate, sendo sucedido por Galo, que voltou com as perseguições. Assim, o papa Cornélio acabou preso e exilado para um lugar que hoje se chama Cività-Vecchia, em Roma.

No exílio, o papa Cornélio passou os últimos dias da sua vida. Onde encontrava um pouco de alegria era nas cartas que recebia do bispo Cipriano, seu admirador e amigo de fé, muito preocupado em mandar-lhe algumas palavras de consolo.

Morreu em junho de 253, sendo sentenciado ao martírio por ordem daquele imperador, por não aceitar prestar culto aos deuses pagãos. Foi sepultado no Cemitério de São Calixto. A festa litúrgica do santo papa Cornélio foi colocada, no calendário da Igreja, no dia 16 de setembro, junto com a de são Cipriano, que depois também foi martirizado pela fé em Cristo.

Fonte: www.paulinas.org.br

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Por que a Cruz é o sinal do Cristão?

Celebrar a Exaltação da Santa Cruz é celebrar a Páscoa, a vida e a salvação que Jesus Cristo conquistou por este instrumento de suplício da época, que hoje, para nós, cristãos, é símbolo de vitória e salvação.
Vejamos:

Mt 10, 38 – Jesus disse: “Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim”.

Mt 16, 24 – “Em seguida, Jesus disse a seus discípulos: Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me”.

Lc 14, 27 –“E quem não carrega a sua cruz e me segue, não pode ser meu discípulo”.

Gl 2, 19 – “Na realidade, pela fé eu morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou pregado à cruz de Cristo”.

Gl 6, 12.14 – “Quanto a mim, não pretendo, jamais, gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo”.

1Cor 1,18: “A linguagem da Cruz… para aqueles que se salvam, para nós, é poder de Deus”.

1Cor 1, 17: “… anunciar o Evangelho, sem recorrer à sabedoria da linguagem, a fim de que não se torne inútil a Cruz de Cristo”.

Quando o imperador Constantino o Grande, enfrentou seu rival Maxêncio sobre a ponte Milvia, próximo do ano 300, viu nos céus uma cruz luminosa acompanhada dos dizeres: “In hoc signo vinces!” (Por este sinal vencerás). Constantino, então, colocou a sua pessoa e o seu exército sob a proteção do sinal da cruz e venceu Maxêncio, tornando-se imperador supremo de Roma, proibindo em seguida a perseguição aos cristãos pelo Edito de Milão, em 313.

O símbolo resultante da sobreposição das letras gregas X e P, iniciais de Cristo em grego, lembrava Cristo e a Cruz e foi representado no estandarte de Constantino. No fim do século IV, tomou a forma que lembrava a Cruz.

Após a conversão de Constantino († 337) a cruz deixou de ser usada para o suplício dos condenados e tornou-se o símbolo da vitória de Cristo e o sinal dos cristãos, como mostram de muitas maneiras a arte, a Liturgia, a piedade particular e a literatura cristã. A cruz tornou-se, então, sinal da Paixão vitoriosa do Senhor. Conscientes deste seu valor, os cristãos ornamentavam a cruz com palmas e pedras preciosas.

Os Padres da Igreja como Tertuliano de Cartago e Hipólito de Roma, já nos séculos II e III, afirmavam que os cristãos se benziam com o sinal da Cruz. Os mártires tomavam a cruz antes de enfrentar a morte e os santos não se separavam da cruz. As Atas dos Mártires mostram isso.
No entanto, muito antes de Constantino, Tertuliano (†202) já escrevera: “Quando nos pomos a caminhar, quando saímos e entramos, quando nos vestimos, quando nos lavamos, quando iniciamos as refeições, quando nos vamos deitar, quando nos sentamos, nessas ocasiões e em todas as nossas demais atividades persignamo-nos a testa o sinal da Cruz” (De corona militis 30). *

S. Hipólito de Roma († 235), descrevendo as práticas dos cristãos do século III, escreveu: “Marcai com respeito as vossas cabeças com o sinal da Cruz. Este sinal da Paixão opõe-se ao diabo e protege contra o diabo, se é feito com fé, não por ostentação, mas em virtude da convicção de que é um escudo protetor. É um sinal como outrora foi o Cordeiro verdadeiro; ao fazer o sinal da Cruz na fronte e sobre os olhos, rechaçamos aquele que nos espreita para nos condenar” (Tradição dos Apóstolos 42). *

No Novo Testamento a Cruz é símbolo da virtude da penitência, domínio das paixões desregradas e do sofrer por amor de Cristo e da Igreja pela salvação do mundo. Seria preciso apagar muitos versículos do Novo Testamento para dizer que a Cruz é um símbolo introduzido no século IV na vida dos cristãos. O sinal da Cruz é o sinal dos cristãos ou o sinal do Deus vivo, de que fala Ap 7, 2, fazendo eco a Ez 9,4: “Um anjo gritou em alta voz aos quatro Anjos que haviam sido encarregados de fazer mal à terra e ao mar: “Não danifiqueis a terra, o mar e as árvores, até que tenhamos marcado a fronte dos servos do nosso Deus”.

São Clemente de Alexandria, no século III, chamava a letra T (tau), símbolo da cruz, de “figura do sinal do Senhor” (Stromateis VI 11). *

Por tudo isso, a vivência e a iconografia dos cristãos, desde o século I, deram à cruz sagrada um lugar especial entre as expressões da fé cristã. Daí podemos ver que é totalmente errônea a teoria de que a Cruz é um símbolo pagão introduzido por influência do paganismo na Igreja e destinado a ser eliminado do uso dos cristãos. Rejeitar a Cruz de Cristo é o mesmo que rejeitar o símbolo da Redenção e da esperança dos cristãos.
Foto: Canção Nova
Fonte: Portal da Arquidiocese

15 de Setembro - Antonio Maria Schwartz(Bem-aventurado)

 
Antonio (Anton) Maria Schwartz
Bem-aventurado
1852-1929
Fundou a Congregação
dos Pios Operários
Anton, para nós Antonio, nasceu na humilde e cristã família Schwartz, no dia 28 de fevereiro de 1852, em Baden, Áustria, quarto de treze filhos. Seu pai era um simples operário, sem profissão definida, enquanto sua mãe cuidava da casa e dos filhos, que estudavam na escola paroquial daquela cidade.

Aos quinze anos, ficou órfão de pai, vivendo uma grave crise pessoal, que durou dois anos. Em 1869, recuperado, foi estudar na escola popular gratuita dos padres piaristas. Lá, conheceu a obra do fundador, são José Calazans, tornando-se um seu devoto extremado.

Mas três anos depois as atividades das escolas pias e da própria Ordem foram suspensas na Áustria. Para completar sua formação, ingressou no seminário diocesano, pois queria seguir a vida religiosa. Nessa época, passou por duas graves enfermidades, ambas curadas, segundo ele, por intercessão de Nossa Senhora.

Em 1875, ordenou-se sacerdote e assumiu o segundo nome. Padre Antônio Maria Schwartz foi capelão por quatro anos, depois viajou para Viena, para promover assistência espiritual aos doentes nos hospitais das Irmãs da Misericórdia de Schshaus. Além disso, começou a orientar, na religião, os operários e os jovens aprendizes em formação profissional. Tomando como base suas raízes humildes, percebeu as necessidades desses operários.

Para proporcionar-lhes apoio e orientação, fundou a "União dos Aprendizes Católicos sob a Proteção de São José Calasanz", empreendendo uma intensa atividade pastoral. Sem, contudo, abandonar a assistência que prestava aos doentes nos hospitais.

Após quatro anos, pediu ao cardeal de Viena que apoiasse essa Obra, mas o cardeal mostrou que não tinha recursos para financiá-la. Por isso padre Antônio Maria adoeceu literalmente, tanto que precisou dos cuidados das irmãs da Misericórdia. Dois anos. Esse foi o tempo necessário para o cardeal dar seu apoio e sua ajuda, permitindo que ele ficasse apenas com o apostolado junto aos operários e aprendizes.

Padre Antônio Maria recuperou o entusiasmo e, com total dedicação, em 1888, fundou o "Artesanato cristão", um jornal para os artesãos e operários, que escreveu, durante um longo tempo, sozinho. Também buscou e conseguiu os meios para construir a primeira "igreja para os operários de Viena", um templo humilde e escondido pelas casas populares. Foi nessa igreja que, para melhor assisti-los, fundou a "Congregação dos Pios Operários", adotando as Regras de são José de Calasanz, ainda hoje florescente.

Ele vivificou sua Obra com valentia cristã durante quarenta anos. O "Apóstolo Operário de Viena", que dividia opiniões, permaneceu sempre fiel a si mesmo e à Igreja de Cristo. Seus passos foram corajosos e chegou ao Parlamento, para conseguir lugares de formação profissional para os jovens e para o justo repouso dominical dos operários.

Morreu em 15 de setembro de 1929, em Viena, Áustria. O papa João Paulo II proclamou-o bem-aventurado Antônio Maria Schwartz em 1998, designando a data da morte para a homenagem litúrgica.

Fonte: www.paulinas.org.br

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

SANTA MISSA SAI DO AR!!!


Círio de Nazaré ao vivo na Santa Missa da Tv Brasil


Capela do Menino Deus


UM CONSELHO DELIBERATIVO, RESOLVEU ACABAR POR MOTIVOS QUE NÃO JUSTIFICAM DE MANEIRA ALGUMA TAL ATITUDE.

QUANTAS PESSOAS CATÓLICAS OU NÃO, NÃO TEM ACESSO A OUTROS CANAIS E FICARÃO SEM CHANCES DE ESCUTAR A PALAVRA DE DEUS AO MENOS AOS DOMINGOS E DE ASSISTIREM 
A SANTA MISSA.

A SANTA MISSA PARA OS CATÓLICOS É UMA TRADIÇÃO. QUANTAS PESSOAS DOENTES QUE NÃO PODEM IR À IGREJA ACOMPANHAM A MISSA PELA TV.


TIRAR UMA CELEBRAÇÃO RELIGIOSA DA TV BRASILEIRA COMO A SANTA MISSA, PREJUDICA IDOSOS, DOENTES, OS QUE NÃO PODEM SE LOCOMOVER E TANTOS QUE HABITAM EM LOCAIS LONGÍNCUOS E NÃO TEM O PRIVILÉGIO DE AOS DOMINGOS CELEBRAREM A PALAVRA DE DEUS.

A MISSA É UM ATO SOLENE COM QUE OS CATÓLICOS CELEBRAM O SACRIFÍCIO DE JESUS CRISTO NA CRUZ, RECORDANDO A ÚLTIMA CEIA. A NOSSA REFEIÇÃO SEMPRE REÚNE EM TORNO DA MESA, DE PESSOAS QUE SE QUEREM BEM - É UM MOMENTO DE PARTILHA, DE CONFRATERNIZAÇÃO,
DE AMIZADE.

Participação:  Bárbara Maix do Instituto Imaculado Coração de Maria, na Santa Missa, na TV Brasil – RJ 


O ARCEBISPO DO RIO, DOM ORANI TEMPESTA, O PADRE DIONEL AMARAL -DIRETOR DO PROGRAMA E DE ‘PALAVRAS DA VIDA’, QUE TAMBÉM SERÁ SUSPENSO- PEDIU AOS FIÉIS QUE ENVIASSEM CARTAS E E-MAILS À PRESIDENTE DILMA ROUSEFF CONTRA A DECISÃO.

E TAMBÉM QUEM PUDER COMPARECER NA EMISSORA QUE FICA NA RUA GOMES FREIRE NO CENTRO ÀS 8H, PARA PARTICIPAR DA MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS AOS 38 ANOS DA SANTA MISSA EM NOSSO LAR.

A JUSTIFICATIVA DA EBC PARA A SUSPENSÃO É PERMITIR A DIVERSIDADE RELIGIOSA EM SUAS EMISSORAS.

A IGREJA CATÓLICA OPÕE-SE À DECISÃO COM BASE NO DECRETO 7.117/2010, QUE RATIFICA ACORDO ENTRE O VATICANO E O BRASIL. ELE AUTORIZA A IGREJA A LEVAR SUA MENSAGEM AOS IMPOSSIBILITADOS DE SAIR DE CASA.

A FOLHA DE SÃO PAULO, O DIRETOR DO PROGRAMA "REENCONTRO", DA IGREJA BATISTA, PASTOR FLÁVIO LIMA DISSE QUE OS RELIGIOSOS SÃO VÍTIMAS DE PRECONCEITO. "É LAMENTÁVEL ESSA DECISÃO, E DISCRIMINAÇÃO, POIS NUNCA NOS CONSULTARAM EM NADA."

14 de Setembro - São Materno de Colônia

 
É conhecido apenas como o primeiro bispo da história cristã da cidade de Colônia, na Alemanha. Desde o século IV, criou-se uma tradição cristã, na cidade de Trier, na Alemanha, segundo a qual Materno teria vindo da Palestina. E não é só isso: o próprio apóstolo Pedro é que o teria enviado para divulgar o Evangelho ao mundo germânico.
Essa tradição fazia de Trier a primeira sede episcopal cristã da Alemanha, portanto dotada de jurisprudência sobre as demais, por uma questão de antigüidade.

A figura de Materno, o bispo de Colônia, é, de fato, muito importante para a história da Igreja, que já estava liberta das perseguições externas, graças ao imperador Constantino. Mas a Igreja continuava exposta às divisões internas dos cristãos, que, insistentemente, prejudicavam a si próprios.

Materno é um de seus pacificadores, convocado a deixar a Alemanha para resolver um grande conflito nascido no norte da África: o cisma donatista. Liderados pelo bispo Donato, esse grupo de radicais tinha uma visão extremamente elitista, era totalmente contrário às indulgências e pregava a segregação dos bons cristãos daqueles infiéis e traidores. Os donatistas consideravam traidores os cristãos que, por medo, durante a perseguição do imperador Diocleciano, haviam renegado a fé e entregado os livros sagrados às autoridades romanas. Até mesmo negavam-se a aceitar a re-inclusão dos sacerdotes que haviam agido dessa maneira, bom como a inclusão de novos sacerdotes, caso também tivessem sido considerados, anteriormente, indignos. E por isso os donatistas de Cartago não reconheciam o novo bispo, Ceciliano, porque um dos bispos que o consagraram havia renegado à fé, durante as perseguições.

Chamado para arbitrar, o imperador Constantino, em 313, escreve ao papa Melquior, de origem africana, para convocar o bispo Ceciliano, bem como outros, favoráveis ou não à sua questão, para uma decisão final, imparcial. E ainda o informa que os bispos Materno, da Alemanha, Retício e Martino, da França, já estavam a caminho de Roma. O imperador Constantino, obedecendo às suas conveniências políticas, promoveu um ato incisivo no colegiado eclesiástico, afiançando o caso africano também aos bispos da Alemanha e da França.

Mais nada se sabe de Materno depois dessa importante missão em Roma, que se concluiu com a sentença favorável ao bispo Ceciliano. Mas o cisma não terminou, mesmo contando, também, com a notável presença de santo Agostinho, bispo de Hipona.

Entretanto, em Trier, a fama de santidade de seu primeiro bispo fez a figura de Materno tomar vulto e a população começa a venerá-lo. Ao longo dos séculos, a catedral de Trier, que abriga as relíquias de são Materno, foi reconstruída e, hoje, podemos ver o grau de devoção dos fiéis estampado nos vitrais desse templo. Seu culto foi autorizado pelo Vaticano, em conseqüência dessa devoção secular e ainda presente nos fiéis. A data de sua tradicional festa litúrgica, no dia 14 de setembro, foi mantida.

Fonte: www.paulinas.org.br

terça-feira, 13 de setembro de 2011

14 Anos de Sacerdócio


Com muita alegria, comemoramos no dia de hoje os 14 anos de Sacerdócio de nosso Pároco Pe. Márcio Queiroz e também dois anos que ele está conosco.

"Padre Marcio, li uma mensagem que dizia assim... " Pastor, você sabe o tempo certo para agir! E é por isso que o Criador age em nós através de você!" .... Você age em nossas vidas, nos ajuda a trilhar o caminho, nos atura, puxa as nossas orelhas quando é necessário...
Obrigada por tudo e mais um pouco! Obrigada por ter escolhido seguir a vocação... Obrigada por ser o nosso padre... Te amo..."
- Camila Tahan(Pascom)

"(Todos nós cristãos somos chamados a servir. No entanto, somente alguns são agraciados com uma belíssima vocação, cumprindo uma missão enviada por Deus há seu povo.Obrigada meu querido padre por abraçar essa vocação .Obrigada por nos aturar. Obrigada por nos amar.Obrigada por ser nosso pai. E obrigada acima de tudo por estar sempre ao nosso lado.
Te amo ♥ #EU CURTI... hahaha)" - Bruna Felipe(Pascom)

"Nós da Pascom gostariamos de desejar muitas bençãos ao nosso querido padre, que Cristo Jesus o cubra de benção e que continue guiando seus caminhos." - Michel Soares(Pascom)

"Deus chama para a vida sacerdotal quem tem um coração aberto para servir e se desapegar de tantas coisas que para nós, parecem tão importantes. A grande riqueza do padre é Jesus que ele escolheu seguir por toda a vida. O padre precisa de nós tanto quanto nós dele. Precisa do nosso apoio, colaboração e compreensão; precisa do nosso amor, da nossa amizade e de nossas orações, para que Deus lhe dê animo e coragem para seguir confiante e com alegria em sua missão. Ter um padre em nossa comunidade é uma benção de Deus e isto precisa ser celebrado com muito amor e alegria.Parabéns Padre Márcio, que Deus renove diariamente a belíssima vocação que foi chamado e a qual disseste SIM. Deus te abençoe e guarde"! Raphael Freire (Algumas pastorais...rs')




Ao Meio-dia será celebrada missa em ação de graças na Igreja de São Tomé e às 19h na Igreja Matriz teremos Adoração ao Santíssimo Sacramento e logo após um rodizio de Massas no salão paroquial(Ingressos a venda na secretaria a R$12,00).

Abaixo segue um video em homenagem a nosso Padre como um humilde presente a ele por esse dia.













13 de Setembro - São João Crisóstomo


João Crisóstomo foi um grande orador do seu tempo. Todos os escritos dizem que multidões se juntavam ao redor do púlpito onde estivesse discursando. Tinha o dom da oratória e muita cultura, uma soma muito valiosa para a pregação do cristianismo.

João nasceu no ano 309, em Antioquia, na Síria, Ásia Menor, procedente de família muito rica considerada pela sociedade e pelo Estado. Seu pai era comandante de tropas imperiais no Oriente, um cargo que cedo causou sua morte. Mas a sua mãe, Antusa, piedosa e caridosa, agora santa, providenciou para o filho ser educado pelos maiores mestres do seu tempo, tanto científicos quanto religiosos, não prejudicando sua formação.

O menino, desde pequeno, já demonstrava a vocação religiosa, grande inteligência e dons especias. Só não se tornou eremita no deserto por insistência da mãe. Mas, depois que ela morreu, já conhecido pela sabedoria, prudência e pela oratória eloqüente, foi viver na companhia de um monge no deserto durante quatro anos. Passou mais dois retirado numa gruta sozinho, estudando as Sagradas Escrituras e, então, considerou-se pronto. Voltou para Antioquia e ordenou-se sacerdote.

Sua cidade vivia a efervescência de uma revolta contra o imperador Teodósio I. O povo quebrava estátuas do imperador e de membros de sua família. Teodósio, em troca, agia ferozmente contra tudo e contra todos. Membros do senado estavam presos, famílias inteiras tinham fugido e o povo só encontrava consolo nos discursos e pregações de João, chamado por eles de Crisóstomo, isto é,: "boca de ouro". Tanto que foi o incumbido de dar à população a notícia do perdão imperial.

Alguns anos se passaram, a fama do santo só crescia e, quando morreu o bispo de Constantinopla, João foi eleito para sucedê-lo. Constantinopla era a grande capital do Império Romano, que havia transferido o centro da economia e cultura do mundo de então para a Ásia Menor. Entretanto para João era apenas um local onde o clero estava mais preocupado com os poderes e luxos terrenos do que os espirituais. Lá reinavam a ambição, a avareza, a política e a corrupção moral. Como bispo, abandonou, então, os discursos e dispôs-se a enfrentar a luta e, como conseqüência, a perseguição.

Arrumou inimigos tanto entre o clero quanto na Corte. Todos, liderados pela imperatriz Eudóxia, conseguiram tirar João Crisóstomo do cargo, que foi condenado ao exílio. Mas essa expulsão da cidade provocou revolta tão intensa na população que o bispo foi trazido de volta para reassumir seu cargo. Entretanto, dois meses depois, foi exilado pela segunda vez. Agora, já com a saúde muito debilitada, ele não resistiu e morreu. Era 14 de setembro de 407.

Sua honra só foi limpa quando morreu a família imperial e voltou a paz entre o clero na Igreja. O papa ordenou o restabelecimento de sua memória. O corpo de João Crisóstomo foi trazido de volta a Constantinopla em 438, num longo cortejo em procissão solene. Mais tarde, suas relíquias foram trasladadas para Roma, onde repousam no Vaticano. Dos seus numerosos escritos destacasse o pequeno livro "Sobre o sacerdócio", um clássico da espiritualidade monástica. São João Crisóstomo é venerado um dia antes da data de sua morte, em 13 de setembro, com o título de doutor da Igreja, sendo considerado um modelo para os oradores clérigos.

Fonte: www.paulinas.org.br

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Comentário ao Evangelho do Domingo feito por Beato João Paulo II

24º Domingo do Tempo Comum - Ano AComentário ao Evangelho do dia feito por
Beato João Paulo II
Encíclica «Dives in misericordia», § 14

«Não devias também ter piedade do teu companheiro?»
Em todas as fases da história mas especialmente na época actual, a Igreja deve considerar como um dos seus principais deveres proclamar e introduzir na vida o mistério da misericórdia, revelado no mais alto grau em Jesus Cristo. Este mistério é, não só para a própria Igreja, como comunidade dos fiéis, mas também, em certo sentido, para todos os homens, fonte de vida diferente daquela que o homem é capaz de construir quando exposto às forças prepotentes da tríplice concupiscência que nele operam. É precisamente em nome deste mistério que Cristo nos ensina a perdoar sempre. Quantas vezes repetimos as palavras da oração que Ele próprio nos ensinou, pedindo: «Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido» (Mt 6,12), isto é, aos que são culpados em relação a nós!


É realmente difícil expressar o valor profundo da atitude que tais palavras designam e inculcam. Quantas coisas dizem a cada homem acerca do seu semelhante e também acerca de si próprio! A consciência de sermos devedores uns para com os outros anda a par com o apelo à solidariedade fraterna, que São Paulo exprimiu concisamente, convidando-nos a suportar-nos «uns aos outros com caridade» (Ef 4,2). Que lição de humildade não está encerrada aqui, em relação ao homem, ao próximo e também a nós mesmos! Que escola de boa vontade para a vida comum de cada dia, nas várias condições da nossa existência!


domingo, 11 de setembro de 2011

24º Domingo do Tempo Comum - Ano A

Livro de Eclesiástico 27,30.28,1-7.
A ira e o furor são duas coisas execráveis; só o homem pecador os nutre no coração.
Aquele que se vinga, sofrerá a vingança do Senhor, que lhe pedirá contas rigorosas dos seus pecados.
Perdoa ao teu próximo o mal que te fez, e os teus pecados, se o pedires na tua oração, serão perdoados.
Um homem guarda rancor contra outro homem, e pede a Deus que o cure?
Não tem compaixão do seu semelhante, e pede o perdão dos seus pecados?
Ele, que é um simples mortal, guarda rancor; quem lhe alcançará o perdão dos seus pecados?
Lembra-te do teu fim, e deixa-te de inimizades; pensa na corrupção e na morte, e guarda os mandamentos.
Lembra-te dos mandamentos, e não te ires contra o próximo, lembra-te da aliança com o Altíssimo, e não faças caso do erro do teu próximo.

Livro de Salmos 103(102),1-2.3-4.9-10.11-12.
Bendiz, ó minha alma, o SENHOR,
e todo o meu ser bendiga o seu nome santo.
Bendiz, ó minha alma, o SENHOR,
e não esqueças nenhum dos seus benefícios.

Ele perdoa todos os teus pecados
e cura as tuas enfermidades.
Salva da morte a tua vida.
e coroa-te de graça e misericórdia.

Não está sempre a repreender-nos,
nem a sua ira dura para sempre.
Não nos tratou segundo os nossos pecados,
nem nos castigou segundo as nossas culpas.

Como é grande a distância dos céus à terra,
assim são grandes os seus favores para os que o temem.

Carta aos Romanos 14,7-9.
Irmãos, de facto, nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum morre para si mesmo.
Se vivemos, é para o Senhor que vivemos; e se morremos, é para o Senhor que morremos. Ou seja, quer vivamos quer morramos, é ao Senhor que pertencemos.
Pois foi para isto que Cristo morreu e voltou à vida: para ser Senhor tanto dos mortos como dos vivos.

Evangelho segundo S. Mateus 18,21-35.
Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: «Senhor, se o meu irmão me ofender, quantas vezes lhe deverei perdoar? Até sete vezes?»
Jesus respondeu: «Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.
Por isso, o Reino do Céu é comparável a um rei que quis ajustar contas com os seus servos.
Logo ao princípio, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos.
Não tendo com que pagar, o senhor ordenou que fosse vendido com a mulher, os filhos e todos os seus bens, a fim de pagar a dívida.
O servo lançou-se, então, aos seus pés, dizendo: 'Concede-me um prazo e tudo te pagarei.’
Levado pela compaixão, o senhor daquele servo mandou-o em liberdade e perdoou-lhe a dívida.
Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem denários. Segurando-o, apertou-lhe o pescoço e sufocava-o, dizendo: 'Paga o que me deves!’
O seu companheiro caiu a seus pés, suplicando: 'Concede-me um prazo que eu te pagarei.’
Mas ele não concordou e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto lhe devia.
Ao verem o que tinha acontecido, os outros companheiros, contristados, foram contá-lo ao seu senhor.
O senhor mandou-o, então, chamar e disse-lhe: 'Servo mau, perdoei-te tudo o que me devias, porque assim mo suplicaste;
não devias também ter piedade do teu companheiro, como eu tive de ti?’
E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos até que pagasse tudo o que devia.
Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar ao seu irmão do íntimo do coração.»

Fonte: www.evangelhocotidiano.org.br

sábado, 10 de setembro de 2011

10 ANOS DOS ATENTADOS DE 11 DE SETEMBRO: MEMÓRIAS DA IGREJA ESTADUNIDENSE

Cidade do Vaticano, 02 (RV) – Perdão, paz e reconciliação. São as três palavras-chaves que a Igreja Católica dos Estados Unidos está divulgando em vista aos 10 anos dos ataques terroristas de 11 de setembro. Para isso, a Conferência Espiscopal dos Estados Unidos criou uma sessão especial em seu site. Lá é possível encontrar orientações litúrgicas e sugestões para as celebrações da data, que este ano cairá num domingo.
Os bispos sugerem algumas orientações para as homílias que serão feitas no dia, cuja abordagem principal será: “o desafio do perdão”. “É preciso entregar ao Senhor a nossa raiva e o nosso desejo de vingança porque compete a Deus e não a nós punir aqueles que fizeram o mal. Não devemos ser vingativos, mas devemos perdoar”, lê-se no site.
Entretanto, ainda segundo os bispos, “perdoar o outro não significa absolvê-lo das suas resposabilidades”, porque “a misericórdia não exclui a justiça ou a necessidade de conversão, mas abre um caminho de caridade que a encoraja a promove ambas”.
A Conferência diz ainda que “até quando crermos no poder e na misericórdia de Deus, teremos sempre esperança. Não esqueçamos que somos todos pecadores, todos já fizemos o mal. Mesmo assim, Deus nos perdoa e então nós também devemos perdoar porque Deus não nos perdoa porque somos merecedores, mas porque Ele é misericordioso”.
O texto que está na sessão especial do site da Conferência Episcopal dos EUA diz ainda que “certo que é mais fácil perdoar uma grosseria ou um pequeno esquecimento da vida quotidiana do que aqueles que promoveram os ataques de 11 de setembro, considerados ‘imperdoáveis’”.
No entanto, è justamente nesse contexto que se revela a “grande sabedoria de Jesus”, porque “o perdão libera aquele que o pratica do fardo corrosivo da raiva e do ódio”. Ao perdoar, “somos capazes de viver com a paz e com o amor ao invés do ódio, que tudo destrói”. Mas atenção, destacam os bispos dos Estados Unidos: “Jesus não nos conduz a uma passividade diante do mal. Devemos trabalhar para proteger os inocentes e para conter os responsáveis dos crimes contra a humanidade. Mas ao mesmo tempo somos chamados a perdoar, porque o perdão faz com que confrontemos as situações em modo positivo e com amor, não com o medo e com o ódio”. “Perdoar não significa não agir”, destaca a Igreja dos EUA, ao indicar os inúmeros passos que os estadunidenses podem dar em sustento da fé: rezar para por fim às violências, fazer jejum pela paz e pela justiça, aprender melhor a doutrina católica sobre a guerra e a paz, praticar o diálogo inter-religioso, dar testemunho de valores cristãos como o respeito pela vida e a tutela da dignidade humana, colocar-se a serviço dos necessitados, ser solidário com que sofre e esperar sempre na graça de Deus.
Por fim, os bispos oferecem algumas sugestões práticas de como celebrar as missas de 11 de setembro, XXIV domingo do Tempo Comum. Os sacerdotes poderão escolher uma missa para a paz e a justiça, com paramentos brancos, ou uma missa do tempo de guerra, com paramentos roxos ou uma missa em sufrágio dos defuntos. São sugeridos ainda algumas intenções de oração para todas as vítimas da violência no mundo, para a segurança dos militares e dos funcionários públicos, e para os líderes de todas as nações “para que trabalhem juntos para a paz e para eliminar a injustiça”. (RB)
Fonte: Rádio Vaticano.

10 de setembro - São Nicolau Tolentino

1245-1305

A prodigiosa notícia que temos de são Nicolau de Tolentino diz que, quarenta anos após sua morte, seu corpo foi encontrado ainda em total estado de conservação. Na ocasião, durante os exames, começou a jorrar sangue dos seus braços, para o espanto de todos. Mesmo depois de muitos anos, os ferimentos sangravam de tempos em tempos. Esse milagre a ele atribuído fez crescer sua fama de santidade por toda a Europa e propagou-se por todo o mundo católico.

Apesar de ter nascido na cidade de Castelo de Santo Ângelo, no ano de 1245, foi do povoado de Tolentino que recebeu o apelido acrescentado ao seu nome. Naquela cidade viveu grande parte da sua vida. Desde os sete anos de idade, suas preocupações eram as orações, o jejum e uma enorme compaixão pelos menos favorecidos. Nisso se resumiu sua vida: penitência, amor e dedicação aos pobres, aliados a uma fé incondicional em Nosso Senhor e na Virgem Maria. Aos quatorze anos, foi viver na comunidade dos agostinianos de Castelo de Santo Ângelo, como oblato, isto é, sem fazer os votos perpétuos, mas obedecendo às Regras. Mais tarde, ingressou na Ordem e, no ano de 1274, foi ordenado sacerdote.

Nicolau possuía carisma e dons especiais. Sua pregação era alegre e consoladora na Providência divina, o que tornava seus sermões empolgantes. Tinha um grande poder de persuasão, pelo seu modo simples e humilde de viver e praticar a fé, sempre na oração e na penitência, cheio de alegria em Cristo. Com seu exemplo, levava os fiéis a praticar a penitência, a visitar os doentes e encarcerados e a dar assistência aos pobres. Essa mobilização de pessoas em torno do ideal de levar consolo e a Palavra de Deus aos necessitados dava-lhe grande satisfação e alegria.

Em 1275, devido à saúde debilitada, foi para o Convento de Tolentino, onde se fixou definitivamente. Lá, veio a tornar-se um dos apóstolos do confessionário mais significativos da Igreja. Passava horas repleto de compaixão para com todas as misérias humanas. A fama de seus conselhos e de sua santidade trazia para a paróquia fiéis de todas as regiões ansiosos pelo seu consolo e absolvição. A incondicional obediência, o desapego aos bens materiais, a humildade e a modéstia foram as constantes de sua vida, sendo amado e respeitado por seus irmãos da Ordem.

No dia 10 de setembro de 1305, ele fez sua última prece e entregou seu espírito nas mãos do Senhor antes de completar sessenta anos de idade. Foi enterrado na sepultura da capela onde se tornara célebre confessor e celebrava suas missas. O local tornou-se meta de peregrinação e os milagres atribuídos a ele não cessaram de ocorrer, atingindo os nossos dias. No ano de 1446, são Nicolau de Tolentino foi finalmente canonizado pelo papa Eugênio IV, cuja festa foi mantida para o dia de sua morte.

Fonte: www.paulinas.org.br

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

9 de Setembro - São Pedro Claver

São Pedro Claver
1580-1654

Os escravos negros que chegavam em enormes navios negreiros ao porto de Cartagena, na Colômbia, eram recepcionados e aliviados de suas dores e sofrimentos por um missionário que, além de alimento, vinho e tabaco, oferecia palavras de fé para aquecer seus corações e dar-lhes esperança. Para quem vivia com corrente nos pés e sob o açoite dos feitores, a esperança vinha de Nosso Senhor.

Esse missionário era Pedro de Claver, nascido no povoado de Verdú, em Barcelona, na Espanha, em 26 de junho de 1580. Filho de um casal de simples camponeses muito cristãos, desde cedo revelou sua vocação. Estudou no Colégio dos Jesuítas e, em 1602, entrou para a Companhia de Jesus, para tornar-se um deles.

Quando terminou os estudos teológicos, Pedro de Claver viajou com uma missão para Cartagena, hoje cidade da Colômbia, na América do Sul. Iniciou seu apostolado antes mesmo de ser ordenado sacerdote, o que ocorreu logo em seguida, em 1616, naquela cidade. E assim, foi enviado para Carque, evangelizar os escravos que chegavam da África. Apesar de não entenderem sua língua, entendiam a linguagem do amor, da caridade e do sentimento cristão e paternal que emanavam daquele padre santo. Por esse motivo os escravos negros o veneravam e respeitavam como um justo e bondoso pai.

Em sua missão, lutava ao lado dos negros e sofria com eles as mesmas agruras. O que podia fazer por eles era mitigar seus sofrimentos e oferecer-lhes a salvação eterna. Com essa proposta, Pedro de Claver batizou cerca de quatrocentos mil negros durante os quarenta anos de missão apostólica. Foram atribuídos a ele, ainda, muitos milagres de cura.

Durante a peste, em 1650, ele foi o primeiro a oferecer-se para tratar os doentes. As conseqüências foram fatais: em sua peregrinação entre os contaminados, foi atacado pela epidemia, que o deixou paralítico. Depois de quatro anos de sofrimento, Pedro de Claver morreu aos setenta e três anos de idade, em 8 de setembro de 1654, no dia na festa da Natividade da Virgem Maria.

Foi canonizado pelo papa Leão XIII em 1888. São Pedro Claver foi proclamado padroeiro especial de todas as missões católicas entre os negros em 1896. Sua festa, em razão da solenidade mariana, foi marcada para 9 de setembro, dia seguinte ao da data em que se celebra a sua morte.

Fonte: http://www.paulinas.org.br/

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

1º Encontro Juventude Esporte e Fé!



8 de setembro - São Tomás de Vilanova


Ainda na infância, Tomás de Vilanova já demonstrava ser uma pessoa extremamente caridosa. Para compartilhar com os pobres as dores e dificuldades de uma vida de necessidade e sofrimento, abriu mão de tudo o que tinha. Tomás de Vilanova nasceu no ano de 1486, em Fuenllana, na Espanha, e foi considerado uma das pessoas mais importantes e representativas do seu século.

Em 1516, ingressou na vida religiosa, junto aos agostinianos. Dois anos depois foi ordenado sacerdote e, logo em seguida, contra sua vontade, foi eleito superior, cargo que ocupou até 1544. O imperador Carlos V propôs, então, que se tornasse bispo da sede de Valência. Seu ingresso no bispado deu-se exatamente no dia 1o de janeiro de 1545. Baseou seu trabalho, como pastor, nos ensinamentos de Paulo e nos exemplos de grandes bispos da antiguidade cristã, entre eles Agostinho, Ambrósio e Gregório Magno.

Uma de suas maiores obras foi organizar várias formas de assistência. Entre elas, criou, no palácio episcopal, um orfanato para as criancinhas abandonadas, dando-lhes abrigo, cuidados e o carinho que tanto necessitavam. Acolhia de tal forma essas crianças que um dia chegou a ceder sua própria cama, pois não havia mais lugar para abrigá-las.

Tomas de Vilanova morreu no dia 8 de setembro de 1555. Só em 1658 foi incluído no álbum dos santos, pelo papa Alexandre VII.

Fonte: www.paulinas.org.br

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

7 de setembro - Santa Regina


Regina ou Reine, seu nome no idioma natal, viveu no século III, em Alise, antiga Gália, França. Seu nascimento foi marcado por uma tragédia familiar, especialmente para ela, porque sua mãe morreu durante o parto. Por essa razão a criança precisou de uma ama de leite, no caso uma cristã. Foi ela que a inspirou nos caminhos da verdadeira fé e da virtude.

Na adolescência, a própria Regina pediu para ser batizada no cristianismo, embora o ambiente em sua casa fosse pagão.

A cada dia, tornava-se mais piedosa e tinha a convicção de que queria ser esposa de Cristo. Nunca aceitava o cortejo dos rapazes que queriam desposá-la, tanto por sua beleza física como por suas virtudes e atitudes, que sempre eram exemplares. Ela simplesmente se afastava de todos, preferindo passar a maior parte do seu tempo reclusa em seu quarto, em oração e penitência.

Entretanto o real martírio de Regina começou muito cedo, e em sua própria casa. O seu pai, um servidor do Império Romano chamado Olíbrio, passou a insistir para que ela aprendesse a reverenciar os deuses. Até que um dia recebeu a denuncia de que Regina era uma cristã. No início não acreditou, mas decidiu que iria averiguar bem o assunto.

Quando Olíbrio percebeu que era verdade, denunciou a própria filha ao imperador Décio, que seduziu-a com promessas vantajosas caso renegasse Cristo. Ao perceber que nada conseguiria com a bela jovem, muito menos demovê-la de sua fé, ele friamente a mandou para o suplício. Regina sofreu todos os tipos de torturas e foi decapitada.

O culto a santa Regina difundiu-se por todo o mundo cristão, sendo que suas relíquias foram várias vezes transladadas para várias igrejas. Até que, no local onde foi encontrada a sua sepultura, foi construída uma capela, que atraiu grande número de fiéis que pediam por sua intercessão na cura e proteção. Logo em seguida surgiu a construção de um mosteiro e, ao longo do tempo, grande número de casas. Foi assim que nasceu a charmosa vila Sainte-Reine, isto é, Santa Rainha, na França.

Esta festa secular ocorre, tradicionalmente, em todo o mundo cristão, no dia 7 de setembro.

Fonte: www.paulinas.org.br

terça-feira, 6 de setembro de 2011

CF 2013: dê sugestão de assuntos sobre Fraternidade e Juventude

O site oficial da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, o Jovens Conectados, recebe sugestões a respeito dos assuntos a serem abordados pela Campanha da Fraternidade de 2013, cujo tema será "Fraternidade e Juventude".

As sugestões podem ser enviadas até o dia 15 de setembro. Qualquer pessoa pode participar. Para cada assunto sugerido, deve ser preenchido um formulário e também devem ser mencionados os versículos bíblicos relacionados a ele.

*Fonte: Jovens Conectados

Emoção e Fé na Romaria à Aparecida




No dia 27 de agosto aconteceu a Romaria da Arquidiocese do Rio de Janeiro à Aparecida do Norte. Muitos fiéis foram ao encontro de Nossa Senhora Aparecida para pagar promessas, agradecer ou somente por devoção.

As pessoas estavam emocionadas e muitos fiéis pagaram suas promessas acendendo velas, rezando terços ou atravessando a passarela que liga a Basílica nova a antiga de joelhos. Quando avistamos esses fiéis conseguimos enxergar de perto a fé que emociona a todos porque mesmo na dor, eles não deixam nada abalar e conseguem atingir o objetivo, que é agradecer pela graça concedida.

Nossa Igreja foi representada por quatro agentes da Pastoral da Comunicação (Pascom), que registraram todos os momentos de fé e devoção dos fiéis.

Bruna Felipe
Camila Tahan
Raphael Belmont

* Fotos: Camila Tahan













Círio emociona 10 mil em Copacabana







Cerca de dez mil pessoas se reuniram na orla de Copacabana, na tarde do último domingo, 4 de setembro, para viverem momentos de devoção e alegria durante o Círio de Nazaré — que aconteceu pelo terceiro ano consecutivo no Rio de Janeiro. A imagem peregrina de Nossa Senhora emocionou devotos e também aqueles que viviam seu momento de trabalho ou lazer nas ruas por onde a berlinda da Santa passou.

A imagem, durante o seu último dia de peregrinação pela cidade, foi recebida, com muita alegria, na Igreja da Ressurreição, no Arpoador, onde as crianças da catequese, animadas, num lindo coral homenagearam Nossa Senhora de Nazaré.

Logo em seguida, a corda de 100 metros, tradicional em Belém do Pará, foi amarrada ao carro do Corpo de Bombeiros, que levava a berlinda de Nossa Senhora, para que tivesse início o Mini-Círio de Nazaré deste ano, em Copacabana. Os devotos, numa bonita demonstração de fé, começaram a caminhada.

Esta procissão de Nossa Senhora de Nazaré traz a tradição de os devotos puxarem a berlinda da Santa pela corda. Conta-se que na época em que a procissão era feita usando carros de bois as estradas eram muito ruins e os carros atolavam na lama, de forma que os fiéis precisavam amarrar uma corda para puxar a imagem da Virgem. Com o passar do tempo, isso se tornou uma expressão da fé dos paraenses. Mas, atualmente, muitos devotos já dão um novo sentido a esse ato:



— A gente puxa a corda da berlinda com o sentido de desejar aproximar Nossa Senhora da gente, das nossas realidades e pedidos, contou Maria de Nazaré Gama.

A animação foi conduzida por Neguinho da Beija-Flor e Dominguinhos do Estácio, que, juntos com o Padre Jorjão, do alto do trio elétrico, conduziram as canções e os momentos de oração. Samba e músicas populares se uniram numa bonita apresentação que conseguiu contagiar os banhistas, aqueles que passavam pela ciclovia e até mesmo moradores, que participaram das janelas de seus apartamentos. O samba "Festa do Círio de Nazaré 2004" (G.R.E.S Unidos do Viradouro) embalou boa parte da caminhada, quando os fiéis, animadamente clamavam: “ó Virgem santa, rogai por nós. Rogai por nós, ó Virgem Santa, pois precisamos de paz”

Todos quiseram ir à Virgem de Nazaré


Até mesmo pessoas de diferentes crenças participaram da procissão.

- Quis tocar a corda, quando vi a imagem passar, porque algo tocou o meu coração. Embora eu não tenha religião, sou temente a Deus e acredito no Cristo, por isso senti vontade de agradecer, contou o segurança Rodrigo Loarmada, que, mesmo de serviço, fugiu uns segundinhos da porta do local onde trabalha para sua manifestação de fé.

Muitos compareceram ao Círio para pedir graças:

- Participar do Círio, para mim, tem uma importância muito grande. Eu vim aqui para pedir um milagre, que eu estou precisando muito, e sei que vou conseguir, afirmou Neusa Maria Santos.

Outros, como o casal Eliane e Paulo Simão, para agradecer:

- Nós, no ano passado, pedimos muito pelo nosso filho, para que ele realizasse o desejo dele e conseguimos essa graça. Além de muitas outras, pela intercessão de Nossa Senhora, partilhou Paulo Maurício Simão.

- Sou produtor musical de samba, numa carreira já solidificada e bem sucedida, também graças à intercessão dela, que ouviu minhas orações no Círio de Belém do Pará. Vim aqui para agradecer, contou Marcos Santana.

Amor à Igreja foi a motivação central de alguns fiéis:

- Quando a raiz da gente é católica, essas coisas da nossa Igreja só a fazem crescer, e por isso a gente tem que participar. E eu já sou tão feliz que nem peço mais nada, disse Leda Lima Magalhães, que participou pela segunda vez do Círio de Nazaré no RJ.

E alguns, os mais emocionados, quiseram estar no Círio de Nazaré simplesmente por amor à Mãe de Deus:

- Venho por amor à Maria. Tenho muito a agradecer, disse Jorge Rangel, entre lágrimas.

Muitos jovens, vindos das várias paróquias da Arquidiocese, levavam em seu coração a intenção especial apresentada pelo Arcebispo: a Jornada Mundial da Juventude, de 2013, no Rio de Janeiro.

- É a primeira vez que eu estou acompanhando a festa da imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré, e estou achando tudo muito lindo, porque, acima de tudo, é uma demonstração de fé dos católicos, é uma grande festa católica. E, além disso, vim acompanhar esse processo de preparação para a JMJ, que já começou. Eu acho muito legal que vá ser aqui no Rio e penso que é obrigação de todo jovem católico incentivar os outros a fazer uma JMJ muito bacana aqui na nossa cidade, disse Michel Soares de Souza.

- Eu estou muito emocionada por estar aqui e muito feliz por esse testemunho de fé do povo carioca, que só comprova que nós estamos prontos pra JMJ, que vem aí , disse Márcia Magalhães Siqueira, participando pela segunda vez no Círio no RJ.

Aqueles que curtiam seu momento de lazer foram positivamente surpreendidos pela passagem do Círio pela orla:

- Sou católica e amo Nossa Senhora, mas não sabia que a procissão passaria por aqui. Estava vindo para a praia quando fui surpreendida. Não me sinto nem com roupa apropriada para participar, mas, para mim, foi muito emocionante. Um dia de graça, contou Adriane dos Santos Coelho, que se uniu aos devotos do Círio de Nazaré, puxando a corda.

A ocasião também despertou no coração de muitos a solidariedade:

- Este momento é muito importante para mim, eu trouxe esta imagem de Nossa Senhora de Nazaré, que é minha, para levar até àqueles que não podem se aproximar da corda por questões de saúde. Então, me aproximo deles e me ofereço para rezarmos juntos, explicou Teresa Cristina Tavares, após um breve momento de intercessão junto a uma cadeirante.

Paraenses e descendentes viveram uma alegria especial

Os paraenses e descendentes deles, que residem no Rio de Janeiro, ficaram especialmente sensibilizados com o Círio na cidade:

- Como o meu pai mora aqui e minha mãe em Belém, eu moro um ano aqui no Rio e outro lá; mas como eu sempre que posso participo lá, quis participar aqui também. É ótimo porque relembra a minha raiz cultural, a minha infância. Quando a gente pode resgatar uma parte da nossa história no local em que a gente está vivendo, mesmo sendo tão longe e tão distinto, é sempre prazeroso. Eu já pedi muito a Nossa Senhora de Nazaré e ela já me atendeu muito.Vida longa ao Círio aqui no Rio, desejou o paraense Hugo Almeida.

- Minha mãe é paraense e eu conheço o Círio de ver a fé que ela possui na Santa. Isso sempre me emocionou muito e eu sempre desejei participar, mas nunca pude ir para Belém na época. E hoje eu dei de cara com o Círio aqui, com a Santa que eu nunca pude ver. É muito emocionante! Foi um presente de Nossa Senhora para mim, num dia muito importante da minha vida, partilhou Ana Lúcia Seabra dos Santos.



- Eu estava surfando, aí o meu primo me ligou, dizendo que estava aqui acompanhando a imagem da Santa e eu, que já participei lá na minha terra, no Pará, quis vir, já que conheço a tradição, disse o surfista David Melo.

Para os que têm fé e devoção, nada é empecilho:

- É uma alegria muito grande eu poder participar, mesmo com alguma dificuldade para caminhar, aqui apoiada na minha muleta. Porque eu estou seguindo a Mãe do Céu, destacou Maria Aparecida Teixeira, de 91 anos.

Muitas foram as homenagens à Rainha da Amazônia. A Paróquia São Paulo Apóstolo marcou presença com um espaço de animação na orla e o Gran Coral, de Belém do Pará, fez uma bonita apresentação.

Para que o Círio de Nazaré no Rio

Ao término do Círio de Nazaré em Copacabana, bolas de gás vermelhas e amarelas foram soltas ao céu, na Avenida Atlântica. O Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, que esteve o tempo todo presente, participando da procissão junto do povo, destacou a importância da realização do Círio na Cidade.

— Este Círio recorda para nós valores importantes : a alegria de poder rezar, louvar, participar, vendo na figura de Nossa Senhora de Nazaré aquela mulher que Deus escolheu para ser a mãe de Jesus, que é o nosso Salvador. Por isso a nossa razão principal de estarmos aqui é homenagear a Jesus Cristo, nosso Senhor. É ele que nós homenageamos, acolhemos e anunciamos. Maria disse o seu “sim” para que Jesus Cristo nascesse no meio de nós. A sua figura, a sua imagem, chegando aqui, marca a nossa vida e a cultura de um povo. É uma oportunidade de afirmarmos que aquele Cristo que aceitamos como Senhor é o que nos faz viver uma vida melhor, tanto na família quanto nas paróquias e em nossas comunidades, disse.

Dom Orani também explicou o desejo de fazer deste momento um tempo de encontro entre a juventude do Rio de Janeiro, que já iniciou sua preparação para a JMJ 2013:

— Nós quisemos também fazer desse momento uma etapa da nossa JMJ. Todos nós estamos felizes porque a nossa cidade foi escolhida para ser sede e milhões de jovens virão até aqui para poder ter esse encontro com Cristo e com o Papa, e nós queremos acolher a todos com a mesma abertura e receptividade de Maria, que disse seu “sim” ao plano de Deus.(...) E como disse o Beato Papa João Paulo II, “não tenham medo, abram os corações a Cristo”. Que também nossa família, nossas comunidades, nossas paróquias, inspiradas em Maria de Nazaré, abram seus corações, abram suas portas a Jesus Cristo, que não nos tira nada, mas nos dá tudo, concluiu o Arcebispo.

Finalizando o momento na orla, o instrumentista Allyrio Mello tocou no seu violino elétrico a “Ave Maria”, de Gonoud, num belíssimo momento de oração, após o qual todos receberam a benção de Deus pela imposição das mãos do Arcebispo.

* Fotos: Carlos Moioli e Gustavo de Oliveira


Fonte: Portal da Arquidiocese do Rio de Janeiro

6 de setembro - São Liberato de Loro



Liberato nasceu na pequena Loro Piceno, província de Macerata, na Itália. Pertencia à nobre família Brunforte, senhores de muitas terras e muito poder. Mas o jovem Liberato, ouvindo o chamado de Deus e por sua grande devoção à Virgem Maria, abandonou toda riqueza e conforto para seguir a vida religiosa.

Renunciou às terras e ao título de senhor de Loro Piceno, que havia herdado de seu tio, em favor de seu irmão Gualtério, e foi viver no Convento de Rocabruna, em Urbino. Ordenado sacerdote e desejando consagrar sua vida à penitência e às orações contemplativas, retirou-se ao pequeno e ermo Convento de Sofiano, não distante do castelo de Brunforte. Lá, vestiu o hábito da Ordem dos Frades Menores de São Francisco, onde sua vida de virtudes valeu-lhe a fama de santidade.

Em "Florzinhas de são Francisco", encontramos o seguinte relato sobre ele:
No Convento de Sofiano, o frade Liberato de Loro Piceno vivia em plena comunhão com Deus. Ele possuía um elevado dom de contemplação e durante as orações chegava a elevar-se do chão. Por onde andava, os pássaros o acompanhavam, posando nos seus braços, cabeça e ombros, cantando alegremente. Amigo da solidão, raramente falava, mas, quando perguntado, demonstrava a sabedoria dos anjos. Vivia alegre, entregue ao trabalho, à penitência e à oração contemplativa. Os demais irmãos dedicavam-lhe grande consideração.

Quando atingiu a idade de quarenta e cinco anos, sua virtuosa vida chegou ao fim. Caiu gravemente enfermo, ficando entre a vida e a morte. Não conseguia beber nada; por outro lado, recusava-se a receber tratamento com medicina terrena, confiando somente no médico celestial, Jesus Cristo, e na sua abençoada Mãe. Ela milagrosamente o visitou e consolou, quando estava, em oração, preparando-se para a morte. Acompanhada de três santas virgens e com uma grande multidão de anjos, aproximou-se de sua cama. Ao vê-la, ele experimentou grande consolo e alegria de alma e de corpo, e suplicou-lhe, em nome de Jesus, que o levasse para a vida eterna, se tivesse tal merecimento.

Chamando-o por seu nome, a Virgem Maria respondeu: "Não temas, filho, que tua oração foi ouvida, e eu vim para confortar-te antes de tua partida desta vida". Assim frei Liberato ingressou na vida eterna, numa data incerta do século XIII.

No século XV, o culto a Liberto de Loro era tão vigoroso que nas terras dos Brunforte recebeu autorização para ser chamado são Liberato. Até o novo convento, construído, por ocasião da sua morte, ao lado do antigo de Sofiano. E construíram, também, uma igreja para conservar as suas relíquias, atualmente Santuário de São Liberato. Porém só no século XIX, após um complicado e atrapalhado processo de canonização, é que o seu culto foi reconhecido pelo papa Pio IX, que lhe deu a autorização canônica para ser chamado santo. A festa de são Liberato de Loro foi mantida na data tradicional de 6 de setembro, quando suas relíquias foram solenemente transferidas para o altar maior do atual Santuário de São Liberato, na sua terra natal.

Fonte: www.paulinas.org.br

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Dica: "Bienal do Livro"



No mês de setembro está acontecendo a Bienal do Livro, no Riocentro. O evento que começou no dia 1º irá até o próximo domingo dia 11. É um programa cultural, divertido, e você pode ir com toda a família.

Lá vocês poderão encontrar contadores de história, teatrinhos, debates literários, sessões de autógrafos, livros de todos os gêneros literários, um mundo do saber.

A entrada custa R$12. Estudantes e idosos pagam meia. Segunda, terça, quinta e sexta-feira, o horário de funcionamento é das 10h às 22h. Já na quarta, sábado e domingo a Bienal funciona das 9h às 22h.

Mais informações no site www.bienaldolivro.com.br

Camila Tahan

*Fotos: Camila Tahan

"Pastoral das Favelas - Vida, apesar de tudo!"




domingo, 4 de setembro de 2011

5 de setembro - Madre Teresa de Calcutá




Madre Teresa de Calcutá
Agnes Gouxha Bojaxhiu, madre Teresa de Calcutá, nasceu, no dia 27 de agosto de 1910, em Skopje, Iugoslávia, de pais albaneses. Seus pais, Nicolau e Rosa, tiveram três filhos. Na época escolar, Agnes tornou-se membro de uma associação católica para crianças, a Congregação Mariana, onde cresceu em ambiente cristão. Aos doze anos, já estava convencida de sua vocação religiosa, atraída pela obra dos missionários.

Agnes pediu para ingressar na Congregação das Irmãs de Loreto, que trabalhavam como missionárias em sua região. Logo foi encaminhada para a Abadia de Loreto, na Irlanda, onde aprenderia o inglês e depois seria enviada à Índia, a fim de iniciar seu noviciado. Feitos os votos, adotou o nome Teresa, em homenagem à carmelita francesa, Teresa de Lisieux, padroeira dos missionários.

Primeiramente, irmã Teresa foi incumbida de ensinar história e geografia no colégio da Congregação, em Calcutá. Essa atividade exerceu por dezessete anos. Cercada de crianças, filhas das melhores famílias de Calcutá, impressionava-se com o que via quando saia à rua: pobreza generalizada, crianças e velhos moribundos e abandonados, pessoas doentes sem a quem recorrer.

O dia 10 de setembro de 1946 ficou marcado na sua vida como o "dia da inspiração". Numa viagem de trem ao noviciado do Himalaia, percebeu que deveria dedicar toda a sua existência aos mais pobres e excluídos, deixando o conforto do colégio da Congregação.

E assim fez. Irmã Teresa tomou algumas aulas de enfermagem, que julgava útil a seu plano, e misturou-se aos pobres, primeiro na cidade de Motijhil. A princípio, juntou cinco crianças de um bairro miserável e passou a dar-lhes escola. Passados dez dias, já se somavam cinqüenta crianças. O seu trabalho começou a ficar conhecido e a solidariedade do povo operava em seu favor, com donativos e trabalho voluntário.

Para irmã Teresa, o trabalho deveria continuar a dar frutos sem depender apenas das doações e dos voluntários. Seria necessário às suas companheiras que tivessem o espírito de vida religiosa e consagrada. Logo, uma a uma ouviram o chamado de Deus para entregarem-se ao serviço dos mais pobres. Nascia a Congregação das Missionárias da Caridade, com seu estatuto aprovado em 1950. E ela se tornou madre Teresa, a superiora.

As missionárias saíram às ruas e passaram a recolher doentes de toda espécie. Para as irmãs missionárias, cada doente, cada corpo chagado representava a figura de Cristo, e sua ajuda humanitária era a mais doce das tarefas. Somente com essa filosofia é que as corajosas irmãs poderiam tratar doentes de lepra, elefantíase, gangrena, cujos corpos, em putrefação, eram imagens horrendas que exalavam odores intoleráveis. Todos eles tinham lugar, comida, higiene e um recanto para repousar junto às missionárias.

Reconhecido universalmente, o trabalho de madre Teresa rendeu-lhe um prêmio Nobel da Paz, em 1979. Esse foi um dos muitos prêmios recebidos pela religiosa devido ao seu trabalho humanitário. Nesse período, sua obra já se havia espalhado pela Ásia, Europa, África, Oceania e Américas.

No dia 5 de setembro de 1997, madre Teresa veio a falecer, na Índia. A comoção foi mundial. Uma fila de quilômetros formou-se durante dias a fio, diante da igreja de São Tomé, em Calcutá, onde o seu corpo estava sendo velado. Ao fim de uma semana, o corpo da madre foi trasladado ao estádio Netaji, onde o cardeal Ângelo Sodano, secretário de Estado do Vaticano, celebrou a missa de corpo presente.

Em 2003, o papa João Paulo II, seu amigo pessoal, ao comemorar o jubileu de prata do seu pontificado, beatificou madre Teresa de Calcutá, reconhecida mundialmente como a "Mãe dos Pobres". Na emocionante solenidade, o sumo pontífice disse: "Segue viva em minha memória sua diminuta figura, dobrada por uma existência transcorrida a serviço dos mais pobres entre os mais pobres, porém sempre carregada de uma inesgotável energia interior: a energia do amor de Cristo".

Fonte: www.paulinas.org.br

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Dom Orani convoca a Juventude!

O Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, convoca os jovens cariocas de todas as paróquias, pastorais e movimentos para o encontro com a imagem de Nossa Senhora de Nazaré no próximo domingo, dia 04 de setembro, às 13h30min, na Paróquia da Ressurreição, Posto 6 – Copacabana.

O Arcebispo convida também todos os jovens que participaram da JMJ Madri e todos aqueles que participaram da Vigília JMJ Madri-Rio para um grande momento de preparação para a JMJ 2013 juntamente com Nossa Senhora de Nazaré!

A Coordenação da Iniciação Cristã de Jovens e Adultos da paróquia informa aos crismandos que às 12h30min todos deverão estar na paróquia para irem juntos ao encontro de Jesus e Maria, e do Pastor de nossa Arquidiocese, Dom Orani.

Participem do Círio de Nazaré – Rio 2011!

Raphael Freire
*Foto: Raphael Freire

Veja por onde a imagem Peregrina de N.S. de Nazaré irá passar:

Veja a programação:

Dia 02 de setembro (Sexta-feira)

09h – Missa na Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, na Rocinha

10h30 – Santuário Cristo Redentor: apresentação do Gran Coral Metropolitano, de Belém

12h – Oração do Ângelus, no Santuário Cristo Redentor, no Corcovado

16h - Visita e homenagem na sede da DRUFY DO BRASIL (R. da Assembléia,51)

17h30 – Ângelus e apresentação do Gran Coral Metropolitano, de Belém, na Igreja da Candelária

20h – Vigília na Paróquia Nossa Senhora do Loreto, em Jacarepaguá

Dia 03 de setembro (Sábado)

09h – Missa na Paróquia N.Sra. do Loreto, em Jacarepaguá, transmitida pela Redevida

12h – Ângelus, no Loretão

15h – Terço e homenagens, na Capela N.Sra. Aparecida, no Complexo do Alemão

16h45 – Homenagem na Paróquia Jesus de Nazaré (Rua Ivanildo Alves, 84 – Parque Maré, Bonsucesso) e apresentação do GranCoral Metropolitano, de Belém

19h30 – Missa e vigília na Paróquia N.Sra. de Nazaré, em Anchieta

Dia 04 de setembro (Domingo)

08h – Missa no estúdio da TV Brasil, com cantata do Gran Coral

10h – Missa na Paróquia S. Pedro Apóstolo, no Encantado

12h15 – Chegada ao Oratório, no Centro de Tradições Nordestinas.

14h15 – Saída do Mini-Círio: percorre a Avenida Atlântica até a Rua República do Peru, local de encerramento.

18h30 – Chegada na Capela N.Sra. Aparecida (Av. Brasil, 18.500) e saída para a Paróquia de N.Sra. de Nazaré, em Acari: Mini-Círio, Missa e Festa.

Dia 05 de setembro (Segunda):

Retorno da imagem para Belém.

Fonte: Portal da Arquidiocese do Rio de Janeiro

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

2 de Setembro - Ingrid

Ingrid nasceu perto da metade do século XIII, na nobre família Elovsdotter, na Suécia. Cristãos fervorosos, os pais deram a ela e aos outros filhos uma educação digna dos fidalgos e no rigoroso seguimento de Cristo. A menina, desde os primeiros anos de vida, mostrou-se muito virtuosa, amável, caridosa e pia, surpreendendo a todos com seu cândido ideal religioso.

No início da adolescência, como era costume da época, teve de contrair um riquíssimo casamento. Mesmo contrariando sua vocação, ela aceitou tudo com humilde resignação, mas não deixou que o mundo de luxo, futilidades e poder contaminassem sua alma, apesar de ter de conviver nele. Continuou, serenamente, a cuidar das obras de caridade que fundara para os pobres e doentes abandonados, os quais atendia pessoalmente. Possuindo dons especiais de profecia e cura, gozava, entre a população, da fama de santidade.

Ingrid enviuvou pouco tempo depois. Assim, decidiu fazer uma longa peregrinação para a Terra Santa, acompanhada por sua irmã mais velha e algumas damas da corte. Ali seu amor ao Senhor Jesus aumentou ainda mais, alimentando o seu desejo de consagrar-se à vida religiosa. Da Palestina viajou para Roma, onde visitou os túmulos dos apóstolos e dos primeiros mártires e de lá foi para Santiago de Compostela, na Espanha, rezar junto às relíquias do apóstolo Tiago.

Só então Ingrid retornou para a Suécia. Logo depois, em 1281, seguindo seu confessor e orientador espiritual, padre dominicano Pedro de Dacia, e com a autorização do bispo e do rei, ela fez seus votos perpétuos e fundou um mosteiro, sob as Regras de são Domingos, em Skanninge, Suécia. Nele, junto com um grande número de jovens da corte, dedicou-se, totalmente, às orações contemplativas e à vida de rigorosa austeridade.

Morreu como priora, com fama de santidade, no dia 2 de setembro de 1282, no seu convento em Skanninge. Seu culto se espalhou depressa entre as populações vizinhas e difundiu-se entre os devotos. O papa Alexandre VI confirmou o culto à bem-aventurada Ingrid e o dia de sua morte para sua celebração.


Fonte: www.paulinas.org.br

Símbolo da Verdade



“João Paulo II – O Homem da Mídia” foi o tema do painel realizado pelo Centro Loyola, nesta segunda-feira, dia 29 de agosto, no Centro Cultural João XXIII, em Botafogo. Os palestrantes foram os professores da PUC-Rio Geraldo Luiz Oliveira e Miguel Pereira. O exemplo do beato João Paulo II e a sua importância para a imagem da Igreja no mundo foram destacados durante o evento.

- João Paulo II surpreendeu o mundo, primeiramente porque após 400 anos foi escolhido um Papa que não era italiano. Logo no início de seu pontificado, suas primeiras palavras em italiano: “Se eu errar, me corrijam” já revelaram a sua humildade e carisma acolhedor. E na expressão “Não tenham medo” ele também enfatizou a redenção conquistada por Cristo, afirmou o teólogo Geraldo Luiz Oliveira, que é professor de Doutrina Social da Igreja, na PUC Rio.

Segundo o professor Geraldo, o grande êxito de João Paulo II foi conquistado pela sua credibilidade, através da verdade e coerência de suas palavras e atitudes. O gesto de beijar o chão, por exemplo, foi destacado como sendo uma atitude sincera de respeito às pessoas presentes naquele país.

- O beato João Paulo II foi uma figura luminosa, que estabeleceu pontes e conseguiu “derrubar o muro de Berlim” sem o derramamento de sangue. O Papa tinha uma comunicação espontânea e competente com as pessoas. O diálogo que realizou com o mundo precisa ser seguido pela Igreja. A comunicação deve gerar algo novo, precisa ser criativa e produzir comunhão entre as pessoas, afirmou o professor Miguel Pereira, coordenador da Pós-Graduação do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio e crítico de cinema.

“A preocupação da Igreja é tocar as pessoas”

Após as apresentações, durante o debate com os participantes, os professores também foram interrogados sobre as recentes pesquisas referentes ao número de cristãos católicos.

- Para nós, o resultado numérico não interessa, a preocupação da Igreja é tocar as pessoas. E, muitas vezes, as pesquisas são tendenciosas e não confiáveis.

Segundo o professor Geraldo, para o Papa Bento XVI e para a Igreja, a qualidade é mais importante do que a quantidade.

- A aparente redução do número de católicos faz parte do momento que a Igreja enfrenta, buscamos uma maior autenticidade da fé. Cristianismo não é religião de massas, porque a porta é estreita, lembrou o professor Geraldo.

“A contemplação é fundamental na vida humana”

A contemplação da vida cotidiana e a transcendência gerada pela poesia também foram destacadas durante o encontro.

- A contemplação é fundamental na vida humana. E toda poesia é religiosa, porque transcende o material. E João Paulo II, que também escreveu inúmeros textos poéticos, tinha uma espiritualidade profunda e sabia transmitir a sua fé, afirmou o professor Miguel.

O Professor Geraldo também lembrou que a preocupação com o ser humano sempre foi constante em todas as visitas apostólicas do Papa:

- João Paulo II sempre fazia questão de estar perto das pessoas, especialmente dos mais necessitados. A sua "humanidade" foi também revelada quando perdoou publicamente o homem que tentou assassiná-lo, afirmou.

O milagre, que aconteceu durante o atentado, também foi recordado pelo professor.

- O Papa ‘todo de Maria’ foi milagrosamente salvo no dia de Nossa Senhora de Fátima, em 13 de maio de 1981. Os médicos não conseguiram explicar o trajeto da bala, que desviou de todos os órgãos vitais, enfatizou o professor Geraldo.

Cláudia Brito

Fotos: Cláudia Brito

*Fonte: www.arquidiocese.org.br